ossas criações.
Encontrei aqui nesta seção uma forma de emitir minha opinião, o que não é a opinião do site o qual criei e administro junto com meu grande amigo Bozzo, o qual procuramos impreterivelmente ser imparciais, quanto a qualquer assunto, essa foi à válvula de escape para que possa emitir meu parecer sobre um prisma qualquer.
Para iniciar minha 2º participação como colunista resolvi falar de uma comparação lúdica da época a qual podia as tardes fazer meu balão na garagem da casa da minha mãe sem qualquer ressentimento, hoje vou comparar os balões com nossos filhos isso para aqueles que os possuem, para quem não os possui procure materializar um sobrinho querido ou criança de sua mais alta estima.
Lembro-me que com a chegada do fim de semana todos meus colegas de bairro ficávamos loucos para fazer nossos balões isso me ensinou a gostar de se reunir com amigos em prol de objetivo, haviam as turmas de porte do bairro as quais já faziam seus 4x4, 5x5 e assim por diante e foi nelas que fui descobrindo o quanto de tempo e amor se dedicava a estes projetos.
Você pega o papel corta e da forma ao seu sonho e por mais forma que se de quando ele desabrocha sempre é uma surpresa, usa o que há de melhor dentro de suas possibilidades, para que ele tenha um desempenho acima do esperado, de forma alguma quer que ele seja destruído ou deturpado por forças exteriores quando este for livre e tomar por si só seus caminhos, já se espera que encontre boas mãos quando sair de sua guarda, tentamos acompanha-los por seus caminhos ora abertos ora fechados, mas não podemos mais que isso, em certos casos esperamos que quando volte as suas a outras mãos tenha força e condições de alçar um novo vôo mais uma vez, e que não se deixe destruir por mãos que nada mais fazem de rasgar em pedaços os sonhos dos outros, jamais se pensa em por fogo ou derrubar aeronaves, explodir seus vizinhos ou causar danos a terceiros, não se procura isso quando se usa o amor e dedicação.
Ninguém quer ver seu filho nas drogas, roubando ou coisa parecida, todos querem o melhor para si em todos os aspectos, e claro que para toda regra a exceção, e alguns se desvirtuam por más companhias ou  pela própria criação.

Desde quando se projeta um balão ou um (filho) pensa-se em vários aspectos para que tudo saia da melhor forma possível, pense-se no papel(pele), molde (forma física), forração(roupa), o que vai levar (bagagem pessoal), onde soltar (qual caminho seguir), quem chamar(seus amigos), o que vão achar (criticas a sua criação)e o melhor a satisfação pessoal.
Talvez possamos comparar o período de confecção ao da gestação, onde tudo que é preciso para se formar seu sonho acontece diante dos seus olhos mas de uma forma meio misteriosa, você tem que fazer certos caprichos para que sua criação exista, um desejo aqui, um papel melhor ali, um noite sem dormir acolá, e o tempo vai passando e ambos(filhos e balão) vão ganhado forma ali na sua frente dia a dia, o momento do nascimento talvez se compare a soltura onde os dois(balão e filho) vão finalmente mostrar suas formas ao mundo, e se o seu balão ou filho apresentar um defeito será que ele será menos bonito que os outros? Obvio que não, aos olhos dos outros, críticos até carniceiros, sim ambos (filho e balão) poderão ser motivos de comentários indesejados a qualquer pai, JAMAIS se deixe abater por pessoas assim, elas estão no nosso meio pura e simplesmente para acabar com nossos sonhos.
Se você notar a turma que solta um balão de porte considerável bem forrado e a que solta o seu pequeno muitas vezes com retalhos de papel verá uma coisa e comum, os dois estarão felizes de soltar seu balão independente de qualquer coisa, e não é assim com nossos filhos? Não importa seu tamanho se tem a melhor roupa o que realmente importa é que são seus e ali está o seu melhor naquele momento, esse é o momento em que todos são iguais não importa idade, cor, sexo, todos tem o mesmo peso diante dos olhos de quem os fez, e ai mais uma vez a arte imita a vida, aquele pequeno, sem duvidas ira receber de seus espectadores criticas destrutivas, praguejos, risadas, “esculachos”,etc...E não é assim na vida com seus filhos, ou invés de olharem o seu olham os dos outros, muitos às vezes nem os tem, mas sabem na ponta da língua o que falar e como destruir o psicológico, tanto da criatura como do criador, isso realmente entristece a qualquer um tanto no balão, quanto a nossos filhos, por isso às vezes muitos esmorecem no meio do caminho e desistem de uma boa condição por conta de comentários, de pessoas que mal sabem, o que fazer.

Filhos e balões são fáceis qualquer faz, mas cria-los, muitos não são capazes, eles nascem crescem e o que acontece, sem referencia a seguir, se tornaram algo sem rumo sem nexo.
Um bom amigo no meio do balão funciona como a boa vizinha àquela que quando vê algo de errado vai lá aciona o responsável de diz, “tem algo errado com esse menino”, e o responsável logo toma medida em corrigir a falha, ela não é chata e sim alguém que se preocupa tanto com você quanto com sua criação e os quer bem a ponto de abrir o olho para um aspecto que talvez não estava sendo visto.
Ai quando se tem bagagem o filho vai logo competir, num futebol, vôlei, etc... Mas se ele perde, será que ele é pior que o outro? Já pensou ficar com raiva do Pai do outro menino, ou do juiz daquele jogo por causa do resultado? Claro que isso não leva a nada, o que importa e que sua criação estava lá e vocês dois fizeram o melhor e que esse melhor foi julgado por uma outra pessoa e isso esta fora da sua alçada.
Já imaginou depois de seu filho perder você chegar para ele e dizer “vou fazer um melhor que você para ganhar da próxima vez” como ficaria a cabeça desta criança, é nisso que todos nós temos que refletir, mesmo se tratando de balões, não se pode ser o melhor em tudo nem ganhar sempre, é claro que aos nossos olhos nossos filhos são sempre mais bonitos, mais espertos, mas o olhar imparcial ajuda e consertar certos aspectos não vistos.
Também não quero dizer que não se deve melhorar o que se vai fazer, mas sim de dar valor ao que já se fez, e ter certeza que aquele foi o seu melhor naquele momento, e não ficar procurando fazer algo montado em rixa, rancor e magoas pessoais, lembre-se:
Quem semeia vento, colhe tempestade.
Procure cultivar as boas amizades as pessoas que tem algo a agregar, escutar toda critica construtiva, mesmo que essa chegue a parecer ofensa, as vezes um pessoa de fora que nem tem filhos pode ter algo bom a lhe dizer algo que talvez tenha lhe passado despercebido, nós temos 2 ouvidos e uma boca, ou seja devemos escutar mais e falar menos.

Quer comentar este artigo clique aqui.