conquista de everest- Pião 70 mts
Para escrever sobre este balão, que merece destaque
especial, foi buscar inspiração lendo sobre a conquista do maior pico do
mundo, o Everest, li sobre o desafio de Waldemar Niclevicz, o primeiro
brasileiro a escalar o Everest, onde ele descreve sobre as dificuldades de
se chegar lá em cima, e mais ainda a de voltar que parece ser ainda mais
complicada.
Então vamos ao fato, se não estou errado, o projeto deste balão começou
em 1998 (ano em que fazer , soltar e transportar balões passou a ser
crime), alguns já haviam tentando confeccionar um balão deste porte sem
sucesso, o Paulinho Carrapato da turma Unida do Rio, tentou por duas
vezes, houve quem defendesse ter provado que o papel tinha limites
(se houvessem limites, não haveriam recordes), e o Lelo, com toda a sua
humildade foi indo em frente, teve muitos problemas na vida pessoal, mas
nada o desanimava de sua conquista, se juntou a turma Sandu Mosaico (ninguém
escala o Everest sem contar com as equipes de apoio do Nepal que conhecem
muito bem como subir e descer a montanha).
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O
pessoal da Sandu Mosaico, com a experiência em confecção e soltura de
grandes juninos, foram em frente, finalizaram a confecção, união e
chegou a hora de soltar, montaram a antena e lá estava o Rei dos Reis,
pronto para o tiro final.
No dia da soltura, tensão total, a noite linda, o campo show, as 5 da
manhã soltaram um junino de 50 cm que levou o público á loucura, não
havia vento e era a hora!
União de todos da equipe, uma reza e o pião foi inflando como se fosse
um sonho, balão em pé para delírio geral, uma neblina para atrapalhar
um pouco, mas o resultado final está na história.
O maior balão junino de papel já solto no mundo!
Parabéns Lelo, parabéns Sandú Mosaico, parabéns baloeiros do mundo
todo.
Nota deste colunista (se existe limite para o papel, eu já sei que não
é 70 metros heheheh), e ficou provado que um chinepa também dá muita
emoção
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