![]() Vamos tentar mensurar as magias que encantam e fazem desta arte um prazer sem fronteiras, iremos começar pela amizade. Na década de 80 iniciei minhas idas e vindas a vários locais, simplesmente por gostar de balão,
conheci os quatro cantos de São Paulo onde enraizei vários amigos, me
embrenhei pelo Rio de Janeiro, nos belíssimos festivais da Turma Amizade
e Campo Grande, onde fizemos grandes amigos cultivados até hoje. No
ultimo dia das mães estivemos no Rio e pudemos desfrutar destas amizades,
indo à festa de aniversario do filho do Eduardo da capela sitio e
cascata,no sábado o Madureira bombando com centenas de baloeiros, subimos
a Petrópolis para passar um dia agradável com o amigo Jandir e Agnaldo e
apreciar o seu projeto já está virando realidade, descemos e a noite
participamos da festa de 30 anos da Turma da Amizade, que agora está
sendo tocada pelo Junior filho do Zeca (parabéns a ele e todo o seu
pessoal). |
Já na manhã do
dia das mães que para quem ainda não conhece o céu do Rio fica forrado
de balão, fomos para Campo Grande apreciar a soltura do modelado de
30 da Turma Korais, balão lindo, mas que infelizmente subiu debaixo de
uma tremenda chuva, e ainda assim deu um show, o Zeca já nos dizia “Vou
morrer e não vou ver de tudo."Voltamos para o Rio e o céu estava cheio de balão, foi lindo! Para terminar passamos o dia na presença
agradável do Tura e de sua esposa Mônica conversando o dia todo sobre a
nossa arte que todo ano está sendo levada para a França por ambos com a
bandeira brasileira erguida e sob aplausos e gritos de “Le Turra balão
Brasile.” |