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É
bom que se registre também, que o deputado não estava programado para
participar do programa. Fomos informados previamente que seria somente
os dois tenentes. Ficamos surpresos na hora, até porque o tempo de
respostas deles obviamente seria e foi maior. Mas no fim foi até bom:
ele falou o que quis, e nós (eu e o Ricardo) sem a mesma articulação
do deputado major, também falamos o básico e o mais importante que
pensamos e combinamos, porém concordamos, poderia ser mais e melhor.
Nos faltou é claro, uma maior experiência de TV, coisa que o major
deputado tinha de sobra pela sua experiência de tribuna. É bom
informar também, que muito falamos com os tenentes nos bastidores,
antes do debate acontecer e também nos vários “breaks” durante a
gravação do programa. Nessas conversas informais, fora das câmaras e
microfones, foi fácil perceber que os bombeiros estão bem informados
sobre o assunto; aliás, como todo mundo hoje em dia. O que eu quero
dizer, é que daqui para frente devemos falar com franqueza e sem os
rodeios das meias verdades. Temos que encarar a real (e eles,
autoridades em geral, também), pois só assim, em conjunto, poderemos
encontrar uma solução com regras e meios seguros de preservarmos o que
uma grande parcela da população brasileira gosta de fazer, que é o
costume centenário de soltar balões. Aprendemos
muito com essa experiência de TV, e com certeza estaremos melhor
preparados numa próxima oportunidade. Bem,
analisando a repercussão do referido debate, quanto a opinião dos
internautas, concluímos que fomos razoavelmente bem. Foi certo que críticas
também pintaram, que foram boas, naturais e necessárias (ou então,
como diria o grande escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues: “a
unanimidade é burra”...). Muitas com razão e outras fora da
realidade do balão, como por exemplo: muitos opinaram para que fizéssemos
a defesa comparando o assunto com os “dólares na cueca, o mensalão...”,
e outras pérolas do “não tem
nada haver com o assunto”. Dentre
as milhares de formas possíveis de incêndios que os homens criaram,
sempre em nome do discutível “progresso da humanidade”, centenas são
aniquiladoras para com a própria humanidade (vide o caso recente do vôo JJ 3054 da TAM, que caiu nos arredores do
aeroporto de congonhas, matando mais de duas centenas de pessoas, muitas
delas em terra; e olhem que não foi o primeiro, tantos outros já
aconteceram)...E as usinas nucleares, Chermobil
na Rússia é um exemplo devastador; as bombas
atômicas, logo nos vem à cabeça Hiroshima
e Nagasaki, que podem de vez aniquilar com toda a humanidade?!... A
região do Pantanal, conforme
documentário da Globo, nesse 03/08/07, mostrou a mata sendo
transformada em carvão para as indústrias siderúrgicas. Cadê o IBAMA?!;
Aí sim podemos fazer algumas comparações de perigo e focos de incêndios
totalmente perniciosos para com a sociedade; até porque o balão de
hoje é totalmente urbano e
muitíssimo mais seguro comparado aos dos tempos antigos; e também
porque quase não há mais matas infelizmente, e, não foi devido ao
costume de soltar baloes! E mais, são
perfeitamente resgatáveis, é claro, isso com regras civilizadas...
Sei que são comparações que assim mesmo não justificam
totalmente: “uma coisa é uma coisa, e, outra coisa é outra coisa”.
Porém tenho certeza que justificam plenamente discussões de alternativas e normas para regulamentar a prática, já que o balão é cultura popular centenária no Brasil, estando ainda enraizada no imaginário popular de norte ao sul do país, e não vai ser com leis totalmente PUNITIVAS que a questão será resolvida. E mais: não estamos sozinhos, é milenar no mundo! O homem já nasce dentro de um balão, que é o ventre materno, e flutua. É o sonho de Ícaro! É
bom que se registre também, que essas considerações acima, também
foram passadas para as autoridades presentes nesse debate. Afirmei ainda
que essa lei, que tenta transformar bons cidadãos em criminosos, é no
mínimo, para não falar outra coisa, incompleta --- ela diz: “é
proibido fabricar, transportar e soltar balões...” Pergunto: 1- fabricar
que eu entendo é industrializar em série, quando na verdade o
“baloeiro”, no seio de sua família e amigos, os faz um a um, sem o
menor fim lucrativo. O faz para festejar uma tradição brasileira; 2- transportar
quer dizer o que?..., se a pessoa estiver deslocando esse balão sem,
sem bucha, sem nada..., ela é punida porque?; 3- soltar:
ok, soltou ou foi pega soltando, não aconteceu nada comprovadamente, é
crime do que?... E os pequenos “chinesinhos”, vendidos em loja, que
toda uma geração sempre brincou ao longo de décadas e mais décadas...?...
É
preciso que as autoridades brasileiras entendam, assim como já existe
em outros países, vários deles de primeiro mundo como Itália
(várias festas Católicas comemora-se com balões); França
(vide o Festival Ícaro em Paris) do qual o nosso prezado Tura do Meier,
tem participado de forma magistral. Em 2006, só para ilustrar,
realizou nesse Festival uma grande revoada noturna de “chinês”, com
mais de 1.000 balões, e, no outro dia pela manhã a TV Francesa
mostrando todos eles caídos na mata
molhados de orvalho...); Espanha (O
Globo de Betanzos, há quase 3 séculos eleva-se aos céus sempre no dia
18 de Agosto, dia de São Roque); nem vou citar a China (essa potência
emergente) e outros países asiáticos com seus ritos e festivais, onde
os balões são presença indispensável. O
necessário é criar normas de controle e conduta, e outras alternativas
artísticas, que permitam em certos lugares e/ou certas festividades, a
prática e a preservação dessa cultura e tradição, com a mesma
importância e valor que os países citados dão aos seus costumes; isso
posto, com certeza absoluta, ressaltaria o aspecto negativo da
clandestinidade. O
Ricardo, nas suas considerações no debate, citou a importância de
lacres numerados (ou outras idéias de controle), no sentido de não se
fazer a coisa errada e sem qualquer responsabilidade, e assim, não
prejudicar a grande maioria preocupada e responsável. Sem tirar o mérito
do Ricardo, que muito bem registrou tal sugestão; em 1981 eu já havia
colocado dessa mesma forma numa matéria que foi publicada no Estadão;
o seu seja: a minha preocupação para com a preservação do balão, não
é de hoje. Digo
e repito o seguinte: temos que continuadamente colocar nossas idéias,
críticas, sugestões, etc, etc (olhem o exemplo do Cel. Humberto) para
serem apreciadas e julgadas, mesmo que sejam esdrúxulas... O que vale
é a discussão, a vontade de se fazer alguma coisa; quantas vezes uma
idéia maluca ou até mesmo burra, foi ponto de partida, o estalo que
faltava para uma grande solução ou discussão geral?!... De
volta para o debate, o percentual de chamadas (chamadas
e não incêndios comprovados) que comparados com os demais tipos de
incêndios que ocorrem na Grande São Paulo, ou seja, como o próprio
tenente do Corpo de Bombeiros afirmou: de
01 de janeiro a 19 de junho de 2007 (dia do debate), foram
registrados na grande São Paulo, cento e poucas chamadas (não lembro
exatamente o número) que a causa (poderia) ter sido provocada por balões, e mais, estão sendo
apuradas pela perícia da polícia civil, que a até o momento não
divulgou os laudos. Ocorrências com balões/aviões, nessa
última década, até a data acima, foram apenas 7, nenhuma no ar; e
somente uma em terra, sem qualquer vítima ou dano relevante para a
aeronave. Bem,
complementando essa salada de idéias, estatísticas e reflexões, o
costume, a tradição de soltar balões na Grande São Paulo (e que se
repete no resto do Brasil), está entrando ao meu ver, numa “nova
fase”, que por tudo que já vi e vivi desde a minha infância no
Ipiranga, privilegiado que fui por ter visto e participado das antigas
festas juninas e seus juninos balões, e mais, nas minhas pesquisas em
campo quando da composição do livro “Paixão Inexplicável”, quer
tenha sido no Rio ou em São Paulo, e, que ainda continuo em mais de 30
anos para o próximo livro); explico:...quando nos anos 50 para os 60,
através dos nossos irmãos cariocas, os simples balões de junho
transformaram-se em obras de arte, e começaram a serem soltos ao longo
do ano, e não mais nos meses de maio a julho quando muito...; quase
sempre o limite dos balões era 9x8 quando de armação, e 24 m para
bandeira. Firmaram-se em São Paulo na mesma linha, e daqui pousaram,
idem, no Paraná com o mesmo sucesso. Hoje em seu ápice artístico e de
segurança, infelizmente e tristemente sem a mínima conotação junina,
o que me deixa muito triste (e a tantos outros amigos veteranos ou não),
está tomando um rumo errado; ou seja: rumo ao gigantismo geral e burro
junto com os fios dentais da vida..., e, fogueteiros desproporcionais,
idem. Os
locais de lançamento, então, estão cada vez mais escassos e
distantes, e afirmo sem medo de errar, não estamos longe de fretarmos
aviões, para podermos ver a tempo um simples e lindo balão! Fora isso,
temos a logística que ficou absurdamente monstruosa, devoradora e
hiper-cansativa, que está nos remetendo cada vez mais a sacrifícios
terríveis ao invés de nos proporcionar o prazer da alegria e do lúdico,
que só os balões menores sempre nos proporcionaram, e que tanto
inspiraram os nossos artistas, seja qual fosse a sua arte! É
tempo de voltarmos às origens, inclusive com o retorno do uso do papel
de seda para qualquer tipo de balão!!!; excluindo-se é claro, os
fogueteiros. A seda e outros materiais como o milenar rami (que também
é originário de uma planta da China), são perfeitamente recicláveis
pela própria natureza, e, com as buchas a base de amianto auto-extinguíveis,
comprovadamente testadas e aprovadas pelo amigo Jaime lá Paraná, que
desde 1997, inventou de usa-las, (porém poupo usadas e testadas no eixo
Rio-SP), que também são recicláveis através da própria manta, e que recuperado o balão pode ser usada “n” vezes, etc;
e dessa maneira, além de ser ecologicamente correto, tudo poderá ser
reaproveitado pela natureza sem causar qualquer dano ao meio ambiente,
diminuindo bem perto do zero os riscos de acidentes com fogo e
resgates..., se é que vocês estão me entendendo..., ou caso contrário,
em pouco tempo estaremos brincando com galinha morta, isto é, se
pudermos fazer uma fogueirinha!... Pensem bem, chegou a hora da
conscientização e de
repensarmos tudo isso, através de outras alternativas que já são
possíveis. Porque
será que o Rio há muito tempo voltou com os juninos, e hoje muito mais
com as Festas Juninas bombando nos subúrbios da cidade maravilhosa e
outras áreas da Grande Rio, com um grande índice de segurança???!
Explico: tudo aconteceu com a escassez de terrenos que começou a
acorrer a partir dos anos 90 causado pelo crescimento urbano
desordenado, típico das grandes metrópoles desse nosso Brasil varonil.
Em
2005, lá estive eu o Vinicius da Beija-Flor, tendo com guia o prezado
Nivaldo, famoso nos anos 80 pela sua loja de fotos lá em Madureira; e
foi ele que nos levou a rever o que havia acontecido com dezenas de
terrenos de várias turmas tradicionais, como por exemplo o da T da
Amizade, que era na rua Barão de
Bananal, e, lá estava uma fábrica no local desde os anos 90.
Na rua Sobral, lá no bairro do Meier, da famosa turma que leva o
seu nome, onde estive pela última vez, em 1986, mais o amigo de turma
Serjão; aliás, os dois únicos paulistas presentes, privilegiados que
fomos, em presenciar aquele que seria o último Festival dessa famosa e
emblemática Turma. O local ainda existe cercado de casas e prédios,
porém quem se arrisca a usá-lo nesses tempos de celular?!? Em Fonseca,
Niterói, do grande João Ely, já não existe mais espaço. Em São Gonçalo,
até existem alguns, porém estão ficando longe e nas matas tal como
aqui... o grande Ecidemar deve estar chorando no céu!... Meus
amigos, o que eu quero dizer é o seguinte: aconteceu lá, já está
acontecendo aqui faz tempo, são as tais fases onde o “progresso”
nos dá poucas alternativas; ou seja: se é para brincar sofrendo... Em
Sampa, no Ipiranga, onde tudo começou: na Pça Pinheiro da Cunha e na
Sanches Brandão, Praça Mesquita na Aclimação, na Ricardo Jafet, é
casas e mais casas; prédios, quadras de esportes e “Cingapuras”.
Saudades da Saudade, lá da Vila Piauí em Pirituda; da beira do rio da
Beira-Rio, que virou “Piscinão”. Os clubes do ABC que tanto
acolheram as famílias para os Festivais da Lua, hoje nem pensar...; o
terreno do Sacolão em pleno centro de Rudge Ramos em SBC, que foi o
solo da Turma da Lua; e mais acima, lá pelos lados da Caminho do Mar e
Taboão, desde os fins dos anos 80 foi transformado em prédios de
apartamentos. E assim
aconteceu com todas as Turmas: Zeppelin lá Tatuapé, Beija-Flor na Zona
Norte, Emenda lá na Móoca, Estrela do Ar em Diadema, e aí vai...,
enfim, sem alternativas. E,
quanto os balões de Armação, se não houvesse acontecido o
resgate do antigo sistema de “ponto de cruz” (A Ouro Preto já
havia usado esse sistema nos anos 50, a Turma do Meier nos 70 e a Arte
Real nos 90), tanto aqui como no Rio de Janeiro, já estariam extintos! Voltando
ao debate mais uma vez e pela última: só coloquei essas informações
acima, quer vocês concordem comigo ou não (se é que estou certo ou não...),
aceitem a realidade ou não, em nome da preservação dessa cultura
popular, do folclore que ela nos trouxe e da magnitude de arte que ela
atingiu, nós temos que discutir muito mais ainda, já, a partir de
agora, como já o fizemos nesse debate: alternativas, sugestões, invenções
com relação a segurança; discutindo com inteligência com a sociedade
como um todo, participando sempre com inteligência e responsabilidade,
tolerância, e principalmente unidos. Com
relação aos e-mails recebidos em decorrência ao debate, só respondi
a uma crítica em particular, que foi a do “Mister Revoltado” por
dois motivos: primeiro pelo anonimato, e segundo pela comparação que
ele me pedia, que era o lance do cuecão/mensalão e tal... Até
concordo com o Mister que a corrupção que nos cerca é pior que o fogo
do inferno, e que eles políticos, além de deixarem queimar as nossas
florestas, queimam, e muito, as nossas vidas e almas; porém pergunto: o
quem tem em haver com a cueca, pra não falar outra coisa...?! Com
certeza, se fizéssemos essas comparações às autoridades presentes no
debate, com certeza elas iriam morrer de rir, e nós com aquela cara de
bundão...! Valeu a opinião do amigo, mas da próxima vez, coloque o
seu nome. Sem ressentimentos. O
que valeu nesse debate ao meu ver, foram os vários aspectos abordados
desse costume de soltar balões, que até então, nesses anos todos
jamais tinham sidos discutidos e explicados de uma forma tão franca,
lavada e sem entremeios, em qualquer tipo de mídia de massa do país.
Exemplo maior, foi a discussão do site. Jamais um site de balão foi
discutido como foi, inclusive com relação a apologia, que o Ricardo
respondeu muito bem, afirmando que o site informa tudo: balão subindo,
queimando; resgates com ou sem responsabilidade, etc; sem
jamais influenciando quem quer que seja para que soltem balões;
ou seja: o site mostra uma realidade que aí está, com seus prós e
contras, como qualquer outra coisa (boa ou má) que a vida nos dá ou
mostra. Só isso já valeu a pena! Minha conclusão:
independente se foi a contento, se todo mundo gostou ou não, a
repercussão foi muito boa, pois abriu espaço e motivação para a
discussão e reflexão, não só através da sociedade no geral, mais do
que isso, abriu espaço e estimulou o baloeiro para refletir, pois mais
do que ninguém e mais do que nunca, o baloeiro é e deve ser o maior
interessado em preservar as coisas do Brasil, desse folclore lindo que
é a Festa Junina e seus costumes.
Eu
quero dizer com isso, para a nossa rapaziada, que continuem indo ao Rio,
Curitiba ou seja lá onde for (e eles também que venham para as
nossas); mas que não esqueçam de fazer (também) as suas Festas
Juninas em Sampa; ou seja: duas ou mais, lá
e cá. É isso aí meninos! Balão
é Brasil! |
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Comentários |
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Turma: Magia Acesa Integrante: Junior TempodeExistencia: 9 anos Assunto: Palavras do Odair... Cidade: São Paulo Estado: São Paulo Recado: Ola a todos... Apenas gostaria de parabenizar, o Odair Bueno pelas simples e inteligentes reflexões feitas. Não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, mas através do seu livro e do Ivo, no qual já li por várias vezes e não me canso de folha-lo, entrando no mundo e na visão deles, passei a entendê-los e a compreender minha paíxão por balões. Odair, saiba que espero ancioso pelo próximo livro. Sou professor de Ed. Física, mas mesmo assim este ano, com a parceria de um amigo professor de artes, farei acontecer na escola que trabalho, uma oficina de balão, para conhecer o folclore, a arte, mas também pensar nos riscos e na proibição e entender porque estamos rodeados de países que os aceitam a séculos em suas culturas. Não sei se dará certo, mas tentarei fazer minha parte por aqui. Um abraço Junior Magia Acesa - SP |
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Turma: 10 de Ouros |
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Turma: Não Tenho Integrante: André Assunto: Debate na ALTV e as Festas Juninas em Sampa Cidade: Taboão da Serra Estado: SP Recado: Odair Muito obrigado por representar os verdadeiros Baloeiros. Tenho acompanhado através deste site todos os dias, todas as matérias. Há muito tempo estou amargurado e triste por não mais poder soltar nossos Balões como antes, onde todos ficavam em volta das fogueiras. Na minha opinião, que parece ser a mesma dos antigos Baloeiros, é a de voltarmos a origem, como você mesmo expôs, qual o cabimento de soltar um Balão maior que 20 metros? Será que quem solta esses gigantes, é mais Baloeiro do que aqueles que soltam um 3x3? Será que vale mais a pena soltar 1(um) Balão de 30 metros por ano, ou soltar 10(dez) Balões de 6 metros por ano? Também quero questionar o seguinte: Em relação aos Balões Diurnos. É necessário soltar os Balões diurnos no Sábado, onde muitas pessoas acordam cedo para irem trabalhar, e os helicópteros, que ficam sobrevoando Sampa, será que vale a pena esperar o Domingo de manhã, mais tranqüilo, sem helicópteros, mais calma, tanto para a soltura como para o resgate? Quero ainda expressar minha opinião quanto ao Balão Fogueteiro com Estampido, principalmente o diurno: "PAREM COM ISSO", vejam só, queremos o direito legal para soltar nossos Balões certo? Mas, que direito temos de acordar os outros 6:30 da manhã de Domingo? Balão é Arte, soltem Balões decorados, não importa a técnica. Balão é Cor, Balão é Amor. Odair neste último artigo, você mencionou buchas feitas com amianto, gostaria de connhecer esta técnica. Como posso obter este conhecimento? Que Deus o abençoe, e Muito Obrigado. André Manoel da Costax |
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Turma: Sociedade Amigos do Balão Integrante: Humberto Pinto TempodeExistencia: 9 anos Assunto: "Balão é Brasil" Cidade: Rio de Janeiro Estado: Rio de Janeiro Recado: Bravo! Odair "Balão é Brasil"! Nada mais preciso do que essa síntese. Quanto ao relatório sobre a entrevista, perfeito, sobre todos os aspectos. Parabéns por mais esse trabalho de você e do Ricardo e tantos outros que, na retaguarda, tornam fortes nossas palavras em defesa do "balão junino". Convido você para participar do trabalho da Cartilha do Balão, envie mensagem para:cartilhalegal@yahoogroups.com |
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Turma: GNB-PAIXÃO Integrante: PAULINHO Assunto: PALAVRAS Recado: olá odair está de parabéns por suas palavras, e foram muitas ( estava inspirado para escrever )admiro você por tudo o que sempre fez e ainda faz pelo balão junino, pois poucos são aqueles que tem a coragem ou responsabilidade em dar a cara e o nome em defesa do tão amado "junino" parabéns! EM TEMPO ESTIVE CONVERSANDO COM O XUXA QUE ADQUIRIU UM NOVO ESPAÇO PARA SOLTURAS DE JUNINOS, E ESPERO QUE ELE ME ESCULTE E LÁ SOMENTE SUBAM BANDEIRAS E ARMAÇÕES, E IREMOS REALIZAR EM 2008 UMA GRANDE FESTA JUNINA VOLTADA PARA AS CRIANÇAS E SOMENTE COM JUNINOS, COMO OCORRIA EM NOSSA INFÂNCIA, SERÃO CAIXAS, ALMOFADAS, ESTRELAS, CARECAS DE PADRE E MUITO CHINEIZINHO PARA ALEGRAR E DEFENDER A NOSSA TRADIÇÃO! CONTAMOS COM O APOIO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS. |