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Comentários |
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Turma: Magia - Curitiba Integrante: Milton Padilha TempodeExistencia: 23 anos Assunto: Excessos Cidade: Curitiba Estado: Pr Recado: Prezado JP; Concordo plenamente com seu artigo, a iniciativa da SAB, e demais pessoas envolvidas neste "projeto" de demonstração é muito válida, foi provado que quando não há excessos cometidos, e a confecção é realizada dentro das "normas" já muito conhecidas, como tamanho x volume = força (capacidade/kg), respiros, cintas etc....não é utrapassada e ficando sempre abaixo do limite a segurança não é afetada e só aumenta. Portanto basta que nós baloeiros utilizemos mais o bom senso e a responsabilidade para diminuirem os poucos acidentes, pois percebe-se pelos emails, que a grande maioria está preocupada com a segurança e a cobrança de responsabilidade, ninguém quer botar o nome na reta, e de alguma forma colaboraria para uma menor "perseguição", tanto da mídia quanto das próprias autoridades, que não fazem mais que a obrigação deles em cumprir a "lei" e relatar os fatos. Existe um grande espaço e tempo entre planejar, confeccionar balões, decorar, acompanhar a previsão do tempo, esperar, transportar e liberar até que estejam livres e pendurados no céu e os acidentes que porventura venham a acontecer. Quanto maior o balão, maiores os gastos, maior a dificuldade, maior a responsabilidade, maior a distância de soltura em relação à cidade, maior o campo, maior o número de envolvidos e finalmente maior o risco, mas se isso tudo foi elaborado com responsabilidade e conhecimento da capacidade do balão com certeza tudo diminui. Vamos utilizar este espaço e tempo para pensar e refletir se realmente vale mesmo à pena confeccionar um 28, 34, um 38 metros... do que fazer três ou quatro de 10, 12, 16... Nada pessoal e nada contra balões grandes, eles são realmente espetaculares, seja pelo tamanho, capacidade, festival de cores enfim pelo que proporcionam. As entrevistas expostas no PB, os colunistas, os depoimentos, todos citam de uma forma ou outra, o saudosismo, os velhos tempos, o que era aquilo... houveram domingos em que se chegava a contar 80/100 balões desde o início da manã até dez e meia onze horas da noite, isso aqui em Curitiba, imagina São Paulo e Rio!!! Falta um pouco mais de humildade e saudosismo, entre os baloeiros de hoje, queiram ou não, aceitem ou não, existe uma grande competição entre turmas, componentes, existe muita "inveja", percebam a forma dos resgates de hoje em dia, lembrem-se um pouco de como era 10 / 15 anos atrás, não precisa falar muito. Desculpa aí a empolgação, mas queria deixar este recado e parabéns aos colunistas, à edição do Planeta Balão, que com as simples entrevistas, depoimentos, emails, demosntram que existe uma grande força favorável, grande vontade em pról da não proibição, não perseguição aos baloeiros e ao balão. Onde estão os 2, 4, 6, 8, 10 metros, e os balões retos, não podemos abandoná-los, eles são precursores de modelados e lapidados, sem eles não haveriam os outros. Deixo um abraço a todos e peço mais seriedade e responsabilidade aos baloeiros de todo o Brasil. |