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Dizer isso é “chover no molhado”, mas não custa repetir essa afirmação, aliás, repetir é a ação usada pelos embusteiros e hoje adotada pela mídia que a eles se associam fazendo o trabalho de extensão da mentira o que é necessário para espalha-la e assim ampliar a campanha atingindo público maior, para confundir a cabeça de muito mais pessoas, alvo da cizânia, que suas mentes corrompidas lucubram, sempre na pretensão de negar o óbvio, até porque, quando o embuste é repetido ele passa ser consentido. Dia
13 de junho de 2007, para os católicos, dia de Sto Antônio, na gare da
SuperVia SA, antiga Central do Brasil, no Rio de Janeiro, iniciaram mais
uma etapa da campanha contra o balão e seus artífices. Essa
metodologia, muito usada para enganar, será nossa ferramenta para
afirmar nossas idéias, para desmistificar, no contraponto da mistificação.
Esse
fato, trágico na legislação brasileira, não demorou muito a mostrar
os seus efeitos, de modo cruel. Na política, com a deterioração dos
quadros dirigentes e a corrupção generalizada praticada por agentes
dos Poderes constituídos e enraizada nos diversos níveis da Administração
Pública e na sociedade, com o conseqüente desarranjo social que se
evidencia mais nas populações humildes e se desdobram na “guerra
civil”. Tudo isso caindo
sobre a cabeça de todos nós, brasileiros, impotentes, nas circunstâncias,
para mudarmos esse estado perverso. Mas,
eles, os embusteiros e os engenheiros da maldade continuam dizendo que
os balões são o mais grave problema para a sociedade, pois, apesar de
tudo, continuam brilhando nos céus das nossas cidades. Esse
“reverso da medalha” parece sintetizar os dois momentos do Brasil, o
Brasil dos balões, dos brasileiros, e o Brasil dos predadores da República
brasileira, que é composta de todos, povo e governo. Humberto
Pinto, Cel |
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