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Não estou dizendo que não temos que evoluir, faz parte do ser humano a evolução, mas preservando o passado e aprendendo com a cultura das festas juninas e tudo que ela agrega, valores como companheirismo, amizade e respeito em comunidade possamos evoluir como pessoa. Eu
fui criado assim, tive uma infância feliz, numa família feliz, joguei
bola na rua de terra, bolinha de gude, virei pião no chão de barro,
soltei muita pipa
com cerol, moro na periferia e sempre fui dela, ao meu entender essas leis
foram feitas Existe muita gente de bem, e em nosso meio é a grande maioria.
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Comentários |
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Turma: Sociedade Amigos do Balão Integrante: Humberto Pinto TempodeExistencia: 10 anos Assunto: Comentário Cidade: Rio de Janeiro Estado: RJ Recado: Olá! Adilson Seu comentário é muito objetivo e esclarecedor. Querem trazer para o Brasil o estilo de vida do povo americano, As Organizações Globo e alguns internacionalistas que vivem no Brasil sonham com isso. "Tinha uma autoridade policial dizendo que essa cultura de soltar balão está ultrapassada, que o mundo evoluiu e tradições deixam de existir, fiquei pensando sobre a alegação desta autoridade". Há pessoas (autoridades¹) que falam o que pensam, mas não pensam o que falam ou não sabem o que falam. São pessoas despreparadas para exercício do poder público. Em princípio, não compete ao Estado dizer o que é ou não é cultura e qualquer tradição que deriva da cultura não é passível de ser vedada por dispositivo de Lei, no caso, as festas juninas e o balão junino. O Art. 42 da Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, portanto, antes de tudo, é injusto. Já dissemos no programa do Fantástico da Rede Globo, de 8jun2008, que o artigo é ilegal pois contraria garantias Constitucionais. Assim, "os cães ladram e a caravana passa". ¹. autoridade au.to.ri.da.de sf (lat auctoritate) 1 Direito ou poder de mandar. 2 Sociol Forma de controle baseado no poder atribuído a determinadas posições ou cargos. 3 Poder público. 4 Agente ou delegado do poder público. 5 Capacidade, poder, aptidão. 6 Pessoa que tem reputação de grande conhecimento em determinado assunto. 7 Pessoa ou texto que se invoca em abono ou reforço de uma opinião. 8 Influência intelectual, prestígio, crédito, renome. Dicionário Michaelis |
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Turma: Antiga Turma da Praça
Seca - RJ Integrante: Luiz TempodeExistencia: Eternamente Assunto: Coluna Adilson Cidade: Rio de Janeiro Estado: Rio de Janeiro Recado: Realmente o que o adilson fala é a pura verdade, as novas gerações perderam a mágia que na minha época existia. Soltar balões, empinar pipa, jogar bolinha de gude. rodar peão e etc. Era a maneira mas pura de se divertir. Agora estão tentado acabar com os balões mas não vão conseguir,as pipas estão entrando para o mesmo patamar, sem cerol qual é a graça. Seria impossível de se imaginar para quem mora na zona norte, aquele q nunca fez um balão ou não empinou uma pipa. Acabarem com a festas populares só num país que não cultiva a memória. Festas Juninas sempre foram populares e os balões fazem parte desta tradição. Por mas que tentem a magia nunca irá se apagar. A tradição fala mas alto e balão é arte e nimguém pode contestar. Um abraço, vamos luta pela legalização.... |
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Turma: não tenho Integrante: eduardo TempodeExistencia: 30 anos Assunto: Ref. Coluna do Adilson - Nem todo avanço é evolução. Cidade: SP Estado: SP Recado: Gostei muito da coluna, pois além da sua, fez parte da minha infância também e quase todos que aqui leêm, pipas (com cerol ou cortante como eu falava) e balões. Quanto aos balões, muitos falam aqui, acabar com o gigantismo, fogos, talvez lanternas, bucha autoextinguível, pouco peso, regras, ou seja, a chamada regulamentação, bem diferente de liberação. Pois bem, quanto as pipas eu acredito ser da mesma forma. Precisa regulamentar! Acabar com as pipas, proibí-las(!) é um retrocesso dos nossos costumes, tradições. Mas, concordar com "cortante" nos dias de hoje, é um retrocesso mental também. É inadimissível numa cidade (ou qualquer outra) como SP, onde os motoboys são imprescindíveis inclusive na empresa onde trabalhamos ou na pizza que pedimos, que achemos o "cortante" brincadeira de criança, coisa inofensiva. Não é! Com balão a gente houve muita bogagem, muito caso que poderia acontecer, supostos incêndios, mas o cortante mata pelo Brasil todo comprovadamente e tem que ser banido imediatamente! Mas e as pipas?? Ás vezes achamos que pipa sem cortante não tem graça né? Muito pelo contrário! Nossa aprendizagem nos fez assim (só enxergar graça com cortante). Porque não ver as pipas pelos olhos dessas lindas fotos que estamos vendo no PB, de campeonatos(!), das pipas mais engenhosas, das mais coloridas, das mais bonitas, das mais esquisitas, ou seja, das mais belas formas no ar! A pipa deve continuar sim! Mas com outro enfoque, porque o cortante já era, não cabe mais nas grandes (e pequenas também) cidades. O futuro dos balões é ser regulamentado, com tamanho inclusive. E não será grande não, retornará à sua origem "dos juninos". E as pipas também tem que retornar em forma de bichos (que meu pai fazia), barracas com fita no lugar de rabiola, disputa pela maior pipa, etc. Ás vezes evolução é confundido com competição, disputa, não há tanto coração. Nos balões prefiro meu 2x2 corte reto, de seda, vazado (coisa rara) boca e aranha feitas na mão com pequena ajuda de durepox na junções (depois bem pintadinha) ou com ajuda da solda de latão aquela que molha a vareta no pó branco, do que esses 20, 30m, onde compram a boca de um conhecido, o chegado corta o balão, o amigo do amigo risca, outra turma faz a bandeira, encomendam as lanternas e no final da "mistureba" um(a) só ganha o "know-how"! Vale? Só no vale levar o nome pra propaganda. Vale mesmo é manter a tradição que vem do coração e nem toda "evolução" é Evolução. É minha humilde opinião, cortante não é evolução. Um grande abraço à todos, Eduardo |
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Turma: Vila Sônia Integrante: Luizinho Assunto: PARABÉNS PELA COLUNA...PERFEITA! Cidade: São Paulo Estado: SP Recado: Adilson, Não costumo comentar colunas, até porque acho que todos tem o direito de ter a sua opnião, o seu ponto de vista e quem sou eu para julgar. Mas, não pude deixar de parabeniza-lo pela coluna, que no meu modo de vêr, é perfeita, você conseguiu, em poucas palavras tocar na ferida, no real problema da coisa....a eterna luta de classes no Brasil, o abismo que existe entre as classes sociais no pais, enquanto uns tem playstation, férias na Dysney, hidroginástica no clube, outros meninos e meninas, menos abastados, são criminosos, porque lhes tomaram todos os campinhos de várzea, lhes tiraram os balões, as pipas viraram assassinas, e o que resta para esses meninos, sem direito a nada ?? Infelizmente, para muitos deles, o crime, o tráfico e o cemitério. E pensar que em paises de primeiro mundo, essa AR¨TE tão perseguida pelos "poderosos" brasileiros, é ensinada na escola. Sem mais.... Parabéns Luizinho |
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Turma: Águia - Niterói Integrante: Minhóca TempodeExistencia: 32 Anos Assunto: Coluna do Adílson Cidade: Niterói Estado: Rio de Janeiro Recado: Graaaaaaande Adílson, é realmente você tem razão, parece que aqui no Brasil as pessoas ao invéz de cultuar sua história, seu folclore elas acham bonito as festas dos outros. Tá faltando pouco para vermos na " Globo" chamadas para festas de halloween, ou comemoração do dia 04 de julho. Agora ficarei muito feliz e ao mesmo tempo curioso se na festa de encerramento da olimpíada de Pequin os chineses soltarem balões, já parou para pensar nesta possibilidade, imagine o Galvão Bueno fazendo os comentários? Minhóca aíiii |
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